Neste 07 de agosto, data em que a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completa 20 anos, o UNIFIP Campina Grande destaca a importância de fortalecer ações de prevenção, acolhimento e combate à violência contra a mulher. Mais do que celebrar uma legislação que transformou a proteção dos direitos das mulheres no Brasil, a data também evidencia a necessidade de iniciativas que ampliem o acesso à informação e à rede de apoio.
Reconhecida como um dos principais marcos legais do país, a Lei Maria da Penha estabeleceu mecanismos de prevenção, assistência e combate à violência doméstica e familiar, tornando-se referência na defesa dos direitos das mulheres. Vinte anos após sua sanção, a legislação continua inspirando políticas públicas e projetos que fortalecem a rede de proteção em diferentes áreas da sociedade.
É nesse contexto que se insere o Alerta ELAS, aplicativo desenvolvido por estudantes do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) do UNIFIP, em parceria com a Prefeitura de Campina Grande. Lançado no dia 25 de novembro de 2025, a ferramenta representa uma contribuição da comunidade acadêmica para o enfrentamento à violência de gênero, utilizando a tecnologia como aliada na promoção da cidadania e da proteção às mulheres.
O Alerta ELAS foi criado para funcionar como um canal permanente de informação e acolhimento, reunindo orientações sobre os direitos das mulheres, acesso aos canais oficiais de atendimento e denúncia, além de conteúdos educativos voltados à conscientização e à prevenção da violência. A iniciativa demonstra como o conhecimento desenvolvido na universidade pode resultar em soluções com impacto social, aproximando a tecnologia das necessidades da população.
Ao associar inovação, ensino e responsabilidade social, o projeto reafirma o compromisso da UNIFIP Campina Grande com a formação de profissionais preparados para desenvolver soluções que contribuam para a transformação da sociedade. Neste aniversário de 20 anos da Lei Maria da Penha, o Alerta ELAS reforça que a proteção às mulheres também passa pela informação, pelo acesso aos serviços de apoio e pelo uso da tecnologia como instrumento de cuidado e prevenção.