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PSICOLOGIA

Congresso discute perfil interdisciplinar do Psicólogo

10 de Novembro de 2017 ASCOM

O debate sobre interdisciplinaridade norteou os trabalhos 7º Congresso de Psicologia das FIP. A proposta do evento foi discutir, durante três dias, a interação da Psicologia com o Direito, a Neurociência, as Ciências da Saúde e as Políticas Públicas de Saúde, Assistência Social e Educação.

“Nessa versão do Congresso, diferente das outras seis edições que eram específicas, a gente tentou propiciar um diálogo interdisciplinar, preparando o nosso aluno para o campo de trabalho. Nosso intuito é fazer com que ele consiga também caminhar com essas outras áreas”, ressaltou Débora Najda, coordenadora de Psicologia.

A programação do Congresso oportunizou aos acadêmicos a participação em minicursos, mesas redondas, painéis coordenados, conferências e palestras, destacando o potencial do psicólogo nas mais diversas áreas. “A interdisciplinaridade tem tudo a ver com a Psicologia na medida em que a própria Psicologia exige uma atuação que remete a outros conhecimentos. A constituição da ciência da Psicologia já é em si um contexto interdisciplinar”, afirmou Ana Cristina Rabelo Loureiro, palestrante do Congresso.

CAPS, CRAS, CREAS, NASF, escolas, hospitais e empresas são campos de atuação que exigem do psicólogo uma visão multidisciplinar. “Eles (os alunos) precisam sair daqui com essa mente aberta para interagir com outros profissionais e para saber lidar com a multiplicidade de conhecimento que a Psicologia já fornece”, reforçou Ana Cristina.

No curso de Psicologia, os alunos adquirem essa habilidade através das atividades práticas desenvolvidas durante a graduação. É o caso de Cristian Matheus, estudante do P10 e estagiário do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF). A experiência no campo de estágio lhe rendeu conteúdo para elaboração de um trabalho apresentado no Congresso. “É importante esse trabalho interdisciplinar, entendendo que a saúde do indivíduo não depende só de um fator biológico e um fator social. Tem que ser feito um trabalho em grupo. Pela minha experiência do campo de estágio, eu percebi que a Psicologia precisa ir mais para a comunidade”, afirmou Cristian.

O incentivo à produção científica foi um dos destaques do Congresso. “Nesse congresso nós tivemos o maior número de publicação. Isso mostra o nosso incentivo com a pesquisa e extensão”, contou Débora Najda. Os trabalhos foram apresentados nas modalidades de painel e em grupos de discussão. O 7º Congresso de Psicologia das FIP permitiu a interação entre estudantes e profissionais, aproximando ainda mais a experiência acadêmica do campo de trabalho.

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